terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Íntimas Falas

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Como sempre quis
As verdades despedaçadas na memória
O vento que cala
O rugir da minha íntima fala
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Uma música meio descompassada
Para proferir verbos alheios
De dentro pra fora
Apenas aquilo que me basta

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Poder ouvir um grito tão meu
Porque aqui dentro era só o breu
Numa memória repleta de lágrimas
Afogando-se com todas as mágoas
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Que as ondas espassadas não mudam nada
E as palavras meu bem...
Elas já não me dizem nada!

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(Suellen Verçosa)

2 comentários:

Dany disse...

Lindo texto!!
As palavras às vezes não me dizem nada tb... o silêncio nesse momento, talvez seja a melhor resposta... a única!
Bjs

Maldito disse...

Impressionate como suas palavras gritam alto!
Parabens!