terça-feira, 6 de outubro de 2009

Acreanidade

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Cheiro que embriaga
Luz que acende a chama
Perdida faço relatos do que vivi
Apenas faço

Doa esse pedaço de ti
Faço tanta questão de querer
De tudo que vi
Apenas ter

Não são perdidos os versos que criei
Lembrança
Lem-bran-ça
Tem aroma de terra molhada (do Acre)

Ah, que as estrelas povoam um céu límpido
Soa, ecoa, vive
Céu perplexo que irradia
Tal qual um erege

A brisa que não se compara
Suaviza minhas cicatrizes falhas
Que até então são datadas
De noites de verão quase caribenhas (mas são acreanas)

O sangue que corre aqui
Não sabe ver outro lugar
Fruto de um Aquiri
Tão sedento como meu lar

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(Suellen Verçosa)

5 comentários:

Maldito disse...

precisando atualizar heim,...rs

Maldito disse...

idem ao comentario anterior

非凡 disse...

I'm appreciate your writing skill.Please keep on working hard.^^

Vieira Calado disse...

Venho, amiga,

desejar-lhe

Um Feliz Natal.


Bjs

Giovani Almeida disse...

Passando pelos blogs, acabei encontrando o seu e achei interessante. Você poderia dar uma olhada no meu e deixar um comentário dizendo o que achou.

almeidagiovani.blogspot.com